Um disco voador no aeroporto de Jaguarão

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A Varig teve agência em Jaguarão de 1930 até a década de 60. Eram três vôos por semana, no início com aviões pequenos para 5 passageiros depois o Eletra com 9 passageiros e tripulação vindo a seguir o Douglas com 21 passageiros e mais a tripulação.

Porto Alegre, Pelotas, Jaguarão, Santa Vitória e vice-versa. Certa vez o avião pousou mas não conseguiu frear caindo num banhado sem ferir ninguém. Duas vezes caíram nas imediações de Pelotas matando os passageiros.

Quando o tempo estava turbulento, Porto Alegre pedia para iluminar a pista para vôos noturnos (Porto Alegre – Montevidéu.)

Numa conversa com o Sr. Osvaldo, fundador do Grupo de Assuntos Ufológicos (discos voadores) e membro do clube de cinema de Jaguarão, aconselhou a falar com Idelfonso Pereira – ex-funcionário da VARIG, sobre um caso estranho que lhe aconteceu.

Quando pintava uma emergência Idelfonso pegava um carro de quatro rodas onde continham vários lampiões. Puxava esse carro e distribuía lampiões por ambos os lados da pista de pouso. Certa vez, numa noite escura, estava colocando as últimas iluminações no final da pista que situa-se atrás do cemitério municipal. Repentinamente surge uma luz como se fosse um gigantesco holofote, clareando todo campo do aeroporto e cemitério, não produzia ruído nem vento, embora a vegetação deitasse como se estivesse soprando um vendaval, tal era a intensidade da luz, Idelfonso fugiu apavorado, deixando o carro no fundo do campo e mais tarde, quando transmitiram de Montevidéu por rádio, que o avião havia pousado, ele não obedeceu a ordem e não voltou para recolher os lampiões, que passaram toda a noite acesos e só foram apagados depois de clarear.

São mistérios que acontecem constantemente e até inspiraram muitas pessoas espalhadas pelo mundo inteiro a criarem grupos de estudos sobre esses fenômenos, que certamente não tem nada a ver com os espíritos, mas assustam e são considerados mistérios, mas a maior crença é que sejam habitantes de outros planetas.

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